Sábado, 11 de Julho de 2009

Enfim, o relato


Certo, eu passei um bom tempo sem dizer o que anda acontecendo na minha vida ultimamente.

O segundo módulo do técnico acabou e cm ele foi muitas das minhas preocupações. Parei a aula de bateria. O professor antigo precisou sair e eu achei o novo muito…professor demais, hauhauha. Além de que, o técnico tava pegando bonito as minhas energias e sem uma batera em casa, tava difícil manter tudo em dia.
Fiz uns estágios na gráfica do meu tio. Não pra ganhar dinheiro, foi pra ver como funcionava a rotina de empresa mesmo, o que eu precisava colocar em prática para não me sentir perdida caso começasse a trabalhar em breve.
Semana passada fiz o vestibular da Anhembi Morumbi de Design Digital, só para anlisar meus conhecimentos gerais. O resultado foi o fato de que preciso estudar (E MUITO) pro ENEM se eu quiser pegar ao menos um desconto na AM pelo PROUNI. Do contrário, farei a seguinte pergunta: pra que faculdade? :B

Quanto às pessoas, percebi quantos amigos bons tenho. Sério. Podemos não nos falar a 9238403840 anos, mas ainda somos amigos. Percebi que, por mais que os anos passem, certos trouxas indivíduos nunca mudam e que, apesar da falta de confiança e de eu não aceitar mais pessoas entrando na minha vida de forma, digamos, “paraquedista”, consegui perceber e fortalecer amizades verdadeiras. Acho que isso que vale. Para que pessoas novas na minha vida se as que já tenho me são suficiente?
Sim, ainda temo pelas pessoas ao redor. De certa forma, tento levar algumas comigo, mas de forma superficial e fria. Vou aprender o que preciso com elas, adquirir conhecimento através delas, mas sem nenhum contato sentimental com estas, não verdadeiro. Pode parecer ridículo, mas se for dar em merda, ao menos eu vou levar um tapa na cara que me valha algo.

Estou aproveitando as férias para voltar a ler. Agora estou lendo “A Fundação” do Isaac Asimov. Esse cara inspirou filmes como Star Wars, Eu, Robô e O Homem Bicentenário. Ele é bem a frente de sua época e, em parte, me lembra George Orwell nesse aspecto. Pretendo terminar a trilogia (A Fundação, Fundação e Império e Segunda Fundação) e depois re-começar o Cem Anos de Solidão do Gabriel García Márquez, que é o estilo de livro que mais gosto: estória simples. E por ser simples, faz você pensar.

A Fundação

Cem Anos de Solidão

Enfim, queridos, é isso que o que tem acontecido na minha vida. Além de dúvidas e várias contrariedades na minha cabeça, é isso que se passa pela minha mente, isso que me faz ter rugas, haha.

“I think of you
Oh, yes I do
Such a crime” – Sea Of Sorrow – Alice In Chains.
Boa Noite!

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pensamento finalizado às 19:43
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Domingo, 5 de Julho de 2009

volta


Nossa…Mil anos que não posto. Mil perdões que peço. ;~

Ando pensativa, além de distraída com muitas coisas. Acho melhor assim. Ás vezes escrevo, confesso. Mas é uma coisa tão pessoal e tão momentânea que não vale ser pública.

Além disso, ando twittando tanto que esqueço de atualizar aqui, hauha.

Vim só pra tirar a poeira e pra dizer que estou viva, apesar da minha ausência. Entrei de férias essa semana e, sim, estou feliz.
Obrigada a todos que lêem aqui [ou só dão uma passadinha mesmo] e desculpem a demora. Em breve, quem sabe, eu mudo o layout e volte a postar no mesmo pique de antes.

“Lost inside my sick head
I live for you but I'm not alive
Take my hands before I kill
I still love you, I still burn” – Love, Hate, Love – Alice In Chains.
Boa Noite!

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Domingo, 21 de Junho de 2009

quando você vai se dando conta


Eu estou para fazer meus 18 anos daqui 2 meses e 9 dias. Formada no médio, cursando técnico de Design Gráfico, tocando um básico de bateria, bohemia, com um irmão a menos, vivente de tantas coisas que eu nem imaginava….Das quais me orgulho. Sim, pode ter sido a pior merda, mas eu sei que ninguém além de mim poderia ter feito daquele jeito.
Idiota né?

Me sinto confusa ás vezes, com relação ao presente. Eu entendo como minhas decisões de agora podem influenciar no meu futuro. Mas, parece que é um futuro muito curto, entende? Quando vemos, o futuro já passou e foda-se o que você tinha feito. Me lembro da época do Cauê, quanta merda eu fiz…Na época do Léo também. Não faz tanto tempo assim, principalmente o Léo, mas parece que já se foram décadas desde tudo aquilo.

Fora que, me percebo fria diante de tudo. Ainda me sinto numa bolha. Não me apaixono mais como antes, não odeio como antes, me tornei uma total passiva.
A vida nos faz passivos. Nos faz perder a maldita emoção, a maldita intensidade e drama adolescente. Quanto mais crescemos, mais sérios ficamos, mais medrosos…Tudo em nome de que? Um maldito orgulho? “Oi, aguento tudo e não sofro.” Tá que eu não posso falar nada, de certa forma eu concordo com esta atitude que todos tomamos. É uma merda ficar sofrendo, saber que vai dar em merda e se meter nisso ainda.

Ah….nem sei mais do que tô falando.
Ainda me sinto deslocada. E duvido que alguém veja algo de diferente nisso, ainda mais se tratando de uma simples adolescente.

“Aruêêê Aruôôô
Metals war go alone” – Metal Massacre Attack – Massacration.
Boa Noite!

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Sábado, 13 de Junho de 2009

futuro....


Estava eu voltando de um bom dia de compras com minha mãe, quando discutíavamos alguns livros. De repente ela me surge com a pergunta: "Por que você não escreve?". Disse que minha cabeça não é tão genial assim. Mas não deixei de pensar na possibilidade.
Digo, faço design gráfico e tudo. Confesso que a área que simplesmente mais me chama a atenção é a parte técnica e a parte textual e calculada da área. Não digo isso só porque não sei desenhar, mas é que o que eu sempre achei pertinente nessa área de comunicação é: do que adianta uma super ilustração, um anúncio todo bem elaborado e inovador se há palavras escritas de maneira incorreta? Sei que não escrevo corretamente o tempo todo. Oras, sou humana também, vá.
A área técnica me atrai porque é uma coisa de lógica. Pra quem entende do assunto, parece que, de repente, tudo parece muito óbvio. E acho isso bom. Útil, digamos.
Não sei bem. Como disse, desde a morte do meu irmão, estou revendo valores. Incluindo, é claro, o que se trata do meu futuro profissional.
Parece idiota, mas parece que quanto mais eu tento saber o que quero fazer da vida, mais eu me perco. Eu duvido que eu me ache profissionalmente tão rápido.

Vendo bem, acho que não nasci para escrever.
Me confundo muito num assunto só. Mudo de assunto num mesmo parágrafo.

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As poucas vezes que o vi me fizeram pensar nestes eternos. Eu poderia morrer, sentir ele lá, no meu enterro, me contemplando, mas nunca tendo tocá-lo (a não ser pelos comprimentos que são apenas vagas lembranças de seu perfume). Sem nunca saber qual a banda preferida dele, o que ele mais gosta de comer, quais são suas aflições, o que o irrita, o que o excita. Quais são suas estórias... Nem ele saberá as minhas. Separados por uma barreira transparente que construímos com nossos próprios punhos fechados e litros sangue pulsante (que por um acaso, tem genes em comum), além da possível distorção que cada pessoa próxima a nós causou na nossa mente quando nos vemos em mesmo plano visual. Você me fez, até agora, 4 dias mais real. Ou, ao contrário, irreal. Tanto faz, na verdade. É que eu simplesmente não me achei mais perdida nestas horas. Me achei com um foco. Que por um acaso, era te perceber. Me preocupar com o tal do estranho das festas.
Espero que você ainda seja o estranho. Aproximações me fazem perder o conto de fadas que você representa de certa forma pra mim. Aliás, foda-se. Nos aproximaremos então. Não gosto mais quando me chamam de Branca de Neve quanto antes. Desde que você seja existente, as portas se entre-abrem.
Vejamos...

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Eu entendo se você ler isso e talvez achar idiota ou até mesmo cretino da minha parte. Eu não ligo, desde que você nunca fale. Compreenda que se eu não colocar isto aqui, uma parte da minha cabeça vai embora numa madrugada de sábado pós-dia dos namorados.
Eu nem sabia seu nome...

"And now the time has gone
Another time undone" - Untitled - The Cure.
Boa Noite!

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Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

sumindo e assumindo.


Bom, desde a morte do meu irmão, como se já fosse de se esperar, cada um aqui em casa meio que reavaliou seus conceitos (mesmo que em segredo). Como vemos a vida? Como lhe damos com nossas decisões corriqueiras? Como tratamos com quem amamos? Ou ainda e, principalmente, o que realmente devemos levar desta vida, o que devemos VIVER de fato para nos declararmos, enfim, no mínimo dignos de uma morte feliz?
Ao menos são as estas questões batem na minha cabeça.
Digo, não deixei de sair, nem de falar besteira, menos ainda de analisar as pessoas em secreto. Suas ações e reações. Tentar entedê-las. E como me dou com elas. Além de que, por mais que devesse, não, eu não peguei pesado no técnico, nem sequer mexi nos meus planos futuros[talvez por falta de cabeça para]. Acho que, por mais que trabalhar, estudar e "fazer parte da sociedade" me faça crescer, não vejo como peça fundamental.
Ultimamente tenho vontade de ficar perto da minha família, amigos, colegas, percebê-los e ser percebida por eles. Do que adianta eles estarem do meu lado se eu não sei como me aproximar deles. Dispenso preocupações comigo. Sério. Muitas atitudes minhas, sem querer, se fizeram mudar por conta da morte do Allan. Digo, se ele estivesse aqui, eu tenho certeza de que iria reagir de forma diferente perante certas situações. Iria reagir de uma maneira idiota...Burra até. E agora, vejo como tenho que ser madura, aliás, como a morte do Allan me amadureceu e me fez pensar "hey, é bom você se cuidar e não dar problemas. É dor demais pra aguentar mais preocupações desncessárias de uma adolescente teimosa".
Sei que esse pensamento levaria a maioria das pessoas a pensar no colégio, trabalho, enfim...
Mas, do fundo, eu não me vejo nesse meio. Ou tenha que dar mais a cara a tapa para perceber a importância. Aliás, re-perceber esta importância.

Eu vou parar de falar estas questões bobas. Sinto que não mudei esse meu lado de tentar passar uma pseudo-intelectualidade através do blog. Há....Inútil.

E pra variar, eu nem mesmo consegui me livrar das questões banais que tenho com os garotos. Por que essa maldita raça tem tanta influência sobre mim?

"Toll due bad dream come true
I lie dead gone under red sky" - Them Bones - Alice In Chains.
Boa Noite!

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pensamento finalizado às 20:33
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Ela


Sem Controle



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      Eu, pela edição, produção e por manter essa fita preservada com tanto carinho. :)